sexta-feira, 2 de abril de 2010

Verso

Meus sonetos são paredes Camonianas,
cheias de desejo

Mesmo ao perdê-los
quando a assimetria
puxa meus cabelos, ainda
imito Cabral de Melo,

construindo
letrinhas em paralelo

mil e um pilares,
na inconstância de Palmares

com jeitinho de Niemeyer.

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