Tudo que havia de se fazer, ser, existir; uma morta comodidade de paraíso. Como sol, que busca atlântico o fim pacífico do dia; noite morte de céu, dormência, fôlego falido, transeuntes, vagabundos, interruptores, gatos pardos, trabalhadores, donas de casa, religiosos, viciados, e todas são mortos, e todos sou eu: olhos paralelos ao nada.
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