Nome que se desse
a certas coisas que há
minha alma e meu coração
seriam
vagabundos de uma estrada
caminhando sem um tostão,
mas, de mesmo que
houvesse nada, sem pernas
caminharia nas nuvens
ao tudo que não há
desde o infinito
sentido da impassível criação;
ao nada que existe,
nandando no mar
que chamam de chão.
E 'liberdade',
qual o preço da morte sacra
em rodovia lasciva,
sem começo
no escárnio da saudade
na dissidência do apreço,
e nem mais fariam
parte de mim,
seriam animais selvagens,
e eu os invejaria,
os injetaria nas minhas retinas
como no coágulo
de uma manhã ensolarada.
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