Por fome de espuma,
desejando tanto o mar
assim como, de no mijo,
haver a uréia fervilhante
na grota escuna
velejando no crispo sal
desfaz a bruma que desenha
carneirinhos encardidos
no muro do quintal
em ondas verdes, verdes
distante o navio
que vai
no xixi esmeralda
salobra, que escorre
das pernas branco-nuvem
de mil e uma
criaturas angelicais.
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