Embrulhado no meu rosto,
seu rosto: louco, sem jeito,
o inegável do meu gosto
a cadência do meu peito.
Defasados em meus braços,
os sentidos, em não tê-los,
a sinestesia dos traços,
desde a raiz dos teus cabelos.
Uníssono equidistante,
pois, que "Tudo na vida é um país
estrangeiro"; então engaiolado,
Perdido coração errante
de transfiguração feliz:
tempo morto, abandonado.
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