Arrasta braços e desfaz
em maré de tantas coisas
tão cegas, surdas, mudas e
esparramadas pelo chão.
Então arrasta o rosto inerte
e traga o soluço morto
na fumaça lúcida e das
valas nuas de desilusão.
Devora os passos e contrai
as nuvens de folhas mortas
loucura exposta e de algodão,
Abre os olhos e mergulha nu
num temporal de pálpebras
roupagem falha e encenação.
"valas nuas de desilusão"
ResponderExcluiradorei isso...
n curto versinhos com "ão" mas esse ficou muito do bão! como direi... Forte!
ResponderExcluirheheheh!