Hoje não saí de casa.
Deixei que ela saísse.
A que me desintoxicasse,
reiterasse o cal em minhas veias,
as dobradiças em meus braços,
os corredores nas
olheiras.
As portas que rangem
as janelas que ladram
pro quintal.
Enfim, embora
agora tão distante,
notasse que sou o terraço
soterrado aos montes,
onde ela que me mora
tão de longe.
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