Hoje, e ontem,
e sempre,
há uma leveza no
escuro café escuro
e na espuma que flutua
indecisa entre a cisma
e a crisma absurda da
colher de açúcar.
Hoje, a fumaça explode
lenta e curta, convulsa
e desconexa.
O sol
cheio de leite até a borda,
derramando pelas beiradas.
Hoje, e ontem,
e sempre.
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